"Meu maior medo é não ganhar um título. Mas medo é uma grande motivação. Eu estou determinado a levar esta organização de volta ao topo. As pessoas que antes me celebravam são as mesmas pessoas que agora duvidam de mim. Eles dizem que agora que não tenho Shaq não posso mais ganhar, que está tudo acabado. A única coisa com a qual verdadeiramente me preocupo é que minha energia e minha força de vontade às vezes são demais para meus parceiros de equipe lidarem. Será que eu espero demais deles? Como posso elevá-los a jogar com a mesma paixão que eu todas as noites?
O que me ajuda a entender e lidar com isso é o fato de que eu já estive na pele deles. Eu já joguei um papel de coadjuvante nesse time. Naquela época eu sabia quanta pressão Shaquille tinha nos ombros para ganhar um anel e eu também sabia que podia ajudar. Então eu estudei o jogo ofensivamente e especialmente defensivamente porque eu sabia que se eu pudesse incomodar no perímetro com ele fechando o garrafão, isso iria desmoralizar nossos oponentes mais do que qualquer coisa que pudéssemos fazer ofensivamente. Eu também sabia que os times em que ele havia jogado no passado não tinham alguém para fechar os jogos. Ninguém podia tomar conta do jogo no final ou acertar o arremesso da vitória ou fazer os lances livres cruciais. Aquelas eram as fraquezas de Shaq, então eu tive que melhorar e torná-las meus pontos fortes. Eu sabia que poderia trazer muito mais para a batalha, mas aquilo não era meu papel. Eu era um pontuador que se tornou um facilitador para que pudéssemos vencer. Mas agora eu me preocupo porque sei como foi difícil para mim aprender, quantas noites eu passei sem dormir e quantas críticas e rumores de troca eu tive que suportar antes de dominar meu papel. Isso é provavelmente pelo que meus parceiros de equipe estão tendo que passar. Tudo que posso fazer é rezar para que um dia nós alcancemos o mesmo nível de química e entendimento que existia entre eu, Shaq, Rick Fox, Derek Fisher, Hobert Horry e todos os outros jogadores com os quais já fui para a guerra.
Os medos que tenho são amenizados um pouco pela presença de Phil Jackson. Sem delongas: ele é o melhor técnico para o qual já joguei. Tudo que aprendi sobre o jogo pode ser rastrado vindo dele e de Tex Winter. Eles ensinam o jogo num nível tão mais profundo do que apenas a tática. O jogo é um ritmo, uma dança. Phil e Tex me ensinaram a sentir o jogo. Pensar o jogo sem pensar, vê-lo sem ver. Eles me ensinaram como me preparar. Como conceituar o espírito dos meus oponentes e atacá-los onde são fracos. Eu vi o quanto PJ fica preparado antes dos jogos, e como o líder dentro de quadra ele confia em mim para fazer o mesmo. Então eu faço todas as coisas que ele me ensinou antes do tapinha inicial e assim que a bola está no ar minha mente está tranquila e meu corpo está pronto para jogar. Eu encaro o outro time nos dois lados da quadra. Eu me orgulho em ser capaz de fazer isso. Eu ODEIO quando pontuam em cima de mim, até mesmo quando se trata de jogadores que alguns dizem ser "indenfensáveis". Eu não acredito quando dizem "Oh, aquele jogador está simplesmente quente hoje." Foda-se isso! Apague o traseiro dele, então.
Quando jogamos fora de casa e toda a torcida está me vaiando, isso não me incomoda em nada. O que eu penso é simples: "Quando esses fãs saírem do jogo eu quero que se lembrem do quanto eu lutei e da paixão e da energia com as quais joguei." Eu sempre joguei esse jogo com paixão. E eu sempre trabalhei duro. Quando eu assisti o filme Rudy eu lembro de ter pensado, "e se eu trabalhasse tão duro assim?" Deus me abençôou tanto física quanto intelectualmente para jogar esse jogo, então o que aconteceria se eu me esforçasse tanto quanto o personagem naquele filme? Eu amaria que as pessoas pensassem em mim como um cara talentoso que conseguiu mais do que sua capacidade permitia. Mesmo que aqueles fãs possam gritar "o Kobe fede" quando eles saem do ginásio, eu quero que eles saiam de lá com uma sensação diferente de quando entraram. Quando eles saírem, sairão com o entendimento de que acabaram de presenciar um jogador se doar completamente à sua paixão; eles acabaram de assistir um atleta sangrar cada gota de seu coração e de sua alma na quadra. E, com sorte, quando essa fase da minha vida estiver encerrada, eles irão me respeitar e me apreciar pelos anos que gastei dando tudo de mim ao jogo que significa tudo para mim."
K. Bryant
Foi uma experiência, poderia acrescentar em algo passar por um período de "blogger", ser mais um desses necessitados de se comunicar com sei lá quem, mas ela se encerra por aqui.
Eu ia postá mais um monte de merda aí que eu acabei esquecendo então agora já era. Se alguém que lê isso é um tipo de fã anônimo, fique a vontade para não entrar mais no blog.
O. Vinhas
edit by Laguna: Não faço minhas as tuas palavras.
Sei que algo maior está por trás de tudo isso, afinal, as coisas não acontecem em vão. Então também sei que por algum motivo estou aqui, e, apesar de não sabê-lo, vou encarar e seguir em frente, pois não há tempo para pensar nisso. Vai chegar o dia em que saberei de tudo isso, o dia em que vou olhar para trás e ver o sentido de tudo o que acontece, vou finalmente ver o bem e o mal, o branco e o preto, e não tudo em cinza.
Sei que aqui não é um lugar onde posso dizer "tô nem aí", com o tempo, descobri que devemos nos importar até mesmo com o que não nos importamos, devemos estar sempre de olhos abertos para ver o que é tudo de verdade, não ver somente aquilo que queremos e querem que vejamos. Sei também que devo me proteger, porque ninguém vai fazer isso por mim.
Sei que estou aqui para errar, tudo isso pode ser um erro, mas um erro no qual estou disposto e quero cometê-lo. Se isto é um erro, espero continuar errando até o dia em que eu morrer, vou errando, mas vou tentando e vou aprendendo... Afinal, não estou à procura de troféus, estou à procura de desafios, são eles que me enriquecem, eles que me fazem forte.
Prometi a mim mesmo que para onde eu for, eu sairei vitorioso, não o vitorioso de acumular conquistas. Prometi porque sei que posso, sei que não estou aqui apenas para ser mais um na soma, sei que nos piores momentos eu estarei sob a minha proteção e passarei por cima. Prometi porque nunca parei e nem vou parar de lutar.
O. Vinhas
Eles sentiam a falta dele, passou-se o tempo e notaram a diferença, ele realmente fazia falta.
Alguns largaram de mão, decidiram tentar esquecer aquilo, foram embora sem virar as costas, sem serem fracos.
A maioria ficou ali, buscando uma solução, até que concordaram em tentar encontrá-lo.
Com muita esperança e medo ao mesmo tempo, eles sentiram que estavam perto daquilo que queriam.
Sentiam algo bom, tudo estava fazendo sentido... Estavam cada vez mais próximos dele.
O objeto que procuravam não era algo qualquer.
Acabou a procura, não acharam nada.
Nada de valioso, aquilo que não queriam encontraram.
Acharam o que restou dele, já estava enferrujado e muito usado.
Todos correram, era uma maldição. Cada um deveria se salvar, se alguém ficar no caminho azar de quem ficou.
Para consertá-lo seria um grande sacrifício, é melhor achar outra coisa.
- Sim, vamos achar outra coisa - pensaram.
Passou muito tempo, ele nunca mais foi lembrado
Decidiu dormir, já não prestava mesmo e não tinha o que fazer.
Dormiu.
Sem autor.
Se eu sou perfeito, ninguém está acima do perfeito ou ninguém é mais-que-perfeito para discordar. Então aceite, sou perfeito.
Acho que quase todo mundo idolatra alguma pessoa ao menos, muitas vezes essa pessoa é famosa e faz alguma coisa (existem vários famosos vagabundos), parece ter uma vida perfeita, ou superou grandes dificuldades, anyway... Querem se espelhar naquilo tudo. Ficam cegos, vêem ali tudo de bom, tudo o que devem fazer e não veêm as cagadas que seus ídolos fazem/fizeram, não vêem que eles só não são mais toscos que você porquê você quer ser eles.
Hmm... Então esse é mais um texto daqueles de "valorize-se a si mesmo"? Não, eu sou uma péssima pessoa para isso, eu acho que se não nos valorizamos é porque tem algo errado e se nos valorizamos em excesso somos retardados.
É simples, somos manípulados de forma que ficamos achando que coisas ridículas que aconteceram na história (antiga e recente) foram perfeitas, daquele jeito em que se você estivesse lá era assim que você queria que fosse, do tipo de coisa que só acontece em sonho... Olhem à sua volta e verão os exemplos.
As coisas não são como queremos, nunca serão e nunca foram. Não se preocupe se você não faz ou não é nem metade do que os outros DIZEM ou PARECEM ser (isso foi auto-ajuda). Se tudo que acontece acaba sendo elevado ao nível da perfeição, eu também estou lá. Sou perfeito. Alguém vai discordar?
O. Vinhas
Meu dia foi certamente recheado hoje. Sem muitos comentários gerais de menos e pessoais demais, vou direto a um ponto que realmente me chamou a atenção hoje. Estava eu indo para o colégio, frio de rachar, eu com dois casacos e batendo dentes dentro do carro, e uma música realmente me tocou. Panis et Circenses. Eu não sei quem estava tocando até porque ao procurar essa música há poucos minutos na internet achei diversas versões com inúmeros intérpretes. Já volto. Deu. Enfim, acredito que fossem Os Mutantes. Me engano. Acabei de descobrir que era uma banda chamada Boca Livre. Muito boa a música, linda a melodia, mas o que me chamou mesmo a atenção foi a letra. Ah sim, a letra, envolvente como os sons do vento, aquelas palavras divinas. Depois desse momento de profunda emoção, aí vai o pedacinho da letra que me inspirou a escrever isso aqui tudo.
"Mas as pessoas na sala de jantar,
são as pessoas da sala de jantar,
tão preocupadas em nascer, e morrer."
Foi isso realmente que me fez pensar se eu não sou uma dessas "pessoas na sala de jantar", e sabe que eu acho que não sou? Pensem em vocês, vocês são? O que eu proponho aqui, como em todos os posts eu tenho tentado fazer, é uma reflexão. Ler por ler não tem valor.
E então eu fico pensando, acho que não sou uma pessoa dessas, preocupadas em nascer e morrer, pois eu costumo refletir sobre as coisas acontecem na minha vida. Normalmente eu não gosto nem de tentar mudar as pessoas, mas essa música e acontecimentos recentes, tanta gente com uns ou outros problemas, pessoas sem problemas que conversam comigo, me fazem refletir. E pelo menos de algumas delas, eu sinto falta de reflexão. Tão mais fácil seria a vida se cada um pensasse no que faz diariamente, se refletisse sobre a importância que as coisas que aconteceram tiveram pra si, e que importância podem ter tido para os outros. E eu afirmo, seremos pessoas mais felizes e mais confiantes na vida quando refletirmos sobre tudo o que nos acontece, e sem aquela toda força do impulso, pensarmos com calma sobre como resolver os empecilhos que se aparecem mais do que deveriam.
Parece idiota, não? Parece, e realmente é, às vezes. Ficar pensando naquelas conversas bestas que se teve com os amigos no colégio, ou na rua, se tu não tens amigos no colégio, ou em qualquer lado, se tu não tens mais aulas ou amigos. O que é importante e interessante nisso é que pode-se conhecer melhor a si mesmo e aos outros, com essas reflexões besto-analíticas, só prestando atenção às ações e palavras, tanto nossas quanto dos que nos rodeiam. Legal, né?
É, acho que é isso. Quer dizer, não pensem de mim que vivo pra analisar as pessoas que convivem comigo, não tenham medo das minhas reflexões, por favor. Só que pensar um pouco é sempre bom, e essa coisinha aqui foi só uma proposta de reflexão mesmo, pra tirar as teias, eu acho. Ah! E claro, pra variar um pouco aquele costume de deixar coisas no final dos posts, dessa vez eu deixo a música que me inspirou, numa versãozinha ao vivo, muy buena. Boca Livre - Panis Et Circenses.
Lucas L.
Ano novo tá chegando...
Hoje em dia tudo parece mais complicado, parece que temos na nossa cabeça uma voz que nos guia mostrando o que devemos fazer ou não... Podemos querer fazer tal coisa, porém, esta atitude não se encaixaria nos padrões que estamos limitados. Estes "limites", são os limites da normalidade.
Provavelmente você queira estar no "bolo", então, para isso sabe que não terá de ser você mesmo, conscientemente ou inconscientemente você sabe disso. Você precisa ser como eles se quiser ser um deles, tem que agir como eles para não ser rejeitado, então use todos os recursos que você tem.
Você é sufocado pela mídia, pelas pessoas de sua escola, de seu trabalho... Você é sufocado. No mundo onde ser diferente lhe torna muito mais valioso por ser único, o que todos querem é ser igual, dessa forma sentem-se melhor, afinal, quem dita quem é idiota e quem não é são os normais, logo, todos os que diferem deles são idiotas.
Você é impedido de ser você mesmo, você tem que tentar fazer com que os outros achem que você é alguma coisa, o mais impressionante é que até você mesmo acredita e esquece do inútil que tem por trás de tudo.
Faltou inspiração, culpo o sono denovo.
O. Vinhas
O título parece um pouco esquisito, mas eu sempre sonhei em declarar publicamente (falo isso como se alguém entrasse aqui) que eu gosto de merda.
A vida dá oportunidades para todo mundo, na maioria das vezes elas não aparecem na hora que queremos, cada um acredita em uma coisa para isso... Mas este não é o assunto. Sabe aquela coisa que deixou você ocupado várias horas de sua vida seja pensando, treinando, aprendendo, qualquer coisa que seja... Sabe? Um dia, cedo ou tarde, ela aparece para você, pode ter certeza disso. A única incerteza é o que você vai fazer, você agora pensa: "Eu não tenho nenhuma dúvida sobre o que eu vou fazer quando tiver a oportunidade de realizar meu sonho retardado." Se dizem que falar é fácil, pensar é mais ainda, já que não tem nenhum idiota questionando seus próprios pensamentos (salve algumas excessões como eu). Voltando ao que eu estava falando... Na hora você não vai saber o que fazer. Ou você vai agir pelo seu impulso, ou vai ficar inseguro, ou vai fugir, ou será incapaz... Ou vai em frente.
Eu tive a oportunidade de ir em frente, depois tive denovo. Poderia falar com orgulho que na hora achei melhor não ir, que apesar de querer, meu lugar não era ali e eu me arrependeria se fosse. Poderia falar com orgulho, o futuro do pretérito mostra que eu errei, tomei a decisão errada. Eu não vejo problema nisso, afinal faz parte, eu preciso errar mesmo, a hora onde eu não posso errar não é agora, ainda me dou esse "luxo".
A minha criatividade para escrever um texto horrível como esse acaba por aqui, talvez seja porquê eu estou com sono, ou então porque eu não escrevi nada com nada e fui perceber só agora, o que eu discordo. Ao meu ver este texto pode ser interpretado de várias formas, mas concordo que nunca pode ser entendido por alguém dito normal.
A minha interpretação sobre ele é de que eu queria escrever algo, então me veio a frase "EU GOSTO DE MERDA" à cabeça, logo, coloquei-a como título já que não dou muita importância para o mesmo, aí escrevi um texto de merda, no qual eu deveria gostar, já que ficou tudo uma merda e como eu disse, eu gosto disso.
Eu não gostei do texto. Assim acabo com a minha teoria de que eu gosto de merda.
O. Vinhas
Um dos tênis mais comercializados pela gurizada em geral foram os All-Stars, lá pelas bandas de oitenta e noventa. Eram os pisantes mais pop da época. Todo mundo queria um, todo mundo tinha um. Hoje em dia o que me deixa bem desconjuntado das idéias é saber que existe um tal preconceito contra esse tipo de tênis. Dizem por aí as más línguas, que tais tênis são coisas dos tais emos, aquelas pessoas coloridas que andam por aí com seus cabelos caídos em franja à la cachorinhos yorkshire, por cima dos olhos. Dizem também, que é coisa de gente alternativa, se bem que muitas vezes nem sabem o que alternativo quer dizer. Tudo bem que ultimamente, ser emo é moda, ser alternativo é moda, e quem sabe o All-Star seja modinha também, mas eu, que não me considero nem um dos alternativos, muito menos um daqueles coloridos (os emos, não os hippies), acabei que adquirir um desses pisantes sofredores de tanto preconceito, tanta besteira. E olha que eles até que são bem bonitinhos, begezinhos, razoavelmente confortáveis.
Aproveitando que eu falei nos hippies, acabei de lembrar que eles são um retrato sessentista dessa alternatividade toda, carinhosa e genericamente apelidada de emo. Veja bem: são movidos por música, são carinhosos, pregam o amor, e são coloridos! Tudo bem que todas essas essas semelhanças são amparadas por diferenças. Como assim? Já explico.
Começando pela música: a música dos hippies era dos princípios do rock'n roll, regado a muito LSD, uma pitadinha de maconha, haxixe, toda aquela coisa especial e um pouquinho de uísque pra dar um barato combinado com AQUELE Lexotan. Os emos me parecem mais calmos no que tange às drogas, mas não são muito mais calmos na música. São regadinhos a um hardcore básico de assustar os tímpanos mal-acostumados.
Sobre o carinho? Bom, são todos bem carinhosos.
Sobre o amor? Essa é a coisa que pra mim difere bastante. Alguém aí já ouviu falar do festival de Woodstock? Foram três dias de pura música, drogas e AMOR LIVRE, contra a guerra no Vietnã, se não me engano. Aquela juventude era muito mais assanhada do que a de hoje em dia, que embora não admitam, vive na retranca, tanto por causa de preconceitos quanto por causa das inseguranças que a vida hoje em dia nos proporciona (se ninguém entender, eu to falando dos inoportunos microrganismozinhos que nos rodeiam e que nos atacam quando falta proteção).
Sobre as cores? Ah, toda aquela coisa colorida. Os hippies, apesar daquelas barbas, cabelos descuidados, aquelas mulheres peludas e tudo mais, admito que me chamam muito mais a atenção do que os almofadinhas alternativos. Tenho que me desculpar com quem gosta mais dos emos e alternativos em geral, mas eu acho sinceramente que toda aquela coisa louca e sem sentido chamada psicodelia, oriunda de um ou outro excesso de ácido lisérgico, que eu prefiro neste momento não comentar, me agrada muito mais do que o xadrez e os quadriculados.
Desculpem-me os hippies contemporâneos, os hippies antigos, e quem ler essa coisa, por certas opiniões já formadas por causa da minha criação, mas foi inevitável essa relação de gerações que se formou nos meus falhos pensamentos. Só pra concluir, eu gostaria de comentar que, me perdoem os de hoje em dia, os de antigamente eram muito mais. Eram mais chapados (que isso não seja coisa de se admirar), mas eram mais criativos, mais virtuosos, na minha opinião tinham mais propósitos, e eram muito mais COLORIDOS, bem mais bonitos (claro, excetuando a Janis Joplin, que caso não saibam, ganhou na faculdade o título de HOMEM mais feio do campus. De qualquer forma, ela compensava com AQUELA VOZ, e tenho dito).
Pra concluir de verdade, pra não perder o costume, aproveitando que eu falo de gerações, escolham a que quiserem, mas não esqueçam da minha geração. My Generation, por The Who (divino).
Lucas L.
Os sintomas variam de pessoa pra pessoa, é algo relativo. Alguns vão deixar por aí, tentar se esconder, fugir... Esses são os fracos, perdedores. Na maioria das vezes, aparentemente sofrem menos (a curto prazo).
Quem tem um espírito vencedor, ou quer vencer, é forte... Só se fode, mas gosta de se fuder pois sabe que esse é o caminho, nada vem de graça e nós (sim, nós, eu me vejo no direito de falar por eles, se você não azar o seu) não desistimos, podemos estar aqui, escrevendo uma merda como essa, podemos virar até mesmo motivo de axacação, mas temos moral, temos personalidade. Se acreditamos que isso está certo, está certo. Com a persistência influenciamos e ganhamos admiração.
Antes de qualquer coisa, resolva seus problemas, use o tempo necessário, faça o esforço que merece ser feito, tome decisões e siga em frente, não se deixa cair e quando acontecer o inevitável, não desista.
Todos concordam que dinheiro é poder, mas o verdadeiro poder está conosco, esse ninguém nos tira. Se você não entende, você é um fraco.
O. Vinhas
Devemos ensiná-los bons valores,
A inveja e a mentira já nascem juntos.
O. Vinhas